12. Sistemas Convencionais para Águas Quentes Sanitárias
Aproximadamente 25% da energia que consumimos nas nossas casas é utilizada para o aquecimento das águas quentes sanitárias (Matriz da Água de Lisboa 2004). Utilizamos sobretudo o gás (natural e propano) para este fim, uma vez que comporta um custo mais reduzido para atingir o efeito desejado. Do ponto de vista ambiental a produção de água quente utilizando gás natural como fonte de energia é benéfica também do ponto de vista das emissões de CO2.
Os sistemas convencionais de produção de água quente são os esquentadores e caldeiras murais ou de chão. No entanto, os sistemas de produção de água quente sanitária mais eficientes à escala da fracção autónoma doméstica individual são as caldeiras de condensação, uma vez que conseguem uma eficiência superior a 100%, quando comparadas com esquentadores convencionais e caldeiras murais que apresentam uma eficiência de 86% e de 94% respectivamente.
Um aspecto que terá que ser salvaguardado é a qualidade do ar interior a qual pode ser contaminada por via da utilização de gás em espaços residenciais. Por isso é importante, quando não é possível eliminar do interior das nossas casas a presença de equipamentos que dependem do gás, garantir a existência da ventilação adequada. O recurso a aparelhos estanques garante uma correcta exaustão dos gases da combustão sem qualquer interacção com a qualidade do ar interior.
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